Ação integra a Operação Luz na Infância e resultou na apreensão de computadores e celulares
Equipes do Núcleo da Criança e do Adolescente (NCA), ligado à 10ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Vitória da Conquista), cumpriram na manhã de sexta-feira (23) um mandado de busca e apreensão contra um homem investigado por crimes praticados na internet contra crianças e adolescentes.
A ordem judicial foi expedida pelo Poder Judiciário do Estado de Goiás e faz parte de investigações que apuram a atuação do suspeito em redes sociais e aplicativos de mensagens.
📍 Ação no bairro Zabelê
A diligência foi realizada em um imóvel localizado no bairro do Zabelê, em Vitória da Conquista. No local, os policiais apreenderam:
- Um computador;
- Dois aparelhos celulares;
- Chips telefônicos.
Todo o material recolhido foi encaminhado para perícia técnica, que irá auxiliar no aprofundamento das investigações.
🔎 Investigações e cooperação interestadual
De acordo com a Polícia Civil de Goiás, responsável pela investigação principal, foram identificados vínculos entre o investigado e possíveis vítimas, além de indícios de práticas criminosas relacionadas ao uso da internet e de ambientes virtuais.
As apurações apontam ainda para a atuação do suspeito em grupos virtuais e plataformas digitais utilizadas para aliciamento e troca de material ilícito, o que motivou o pedido de cumprimento do mandado em território baiano.
🛡️ Operação Luz na Infância
A ação integra a Operação Luz na Infância, iniciativa de alcance nacional que reúne forças de segurança de diversos estados com o objetivo de combater a exploração sexual de crianças e adolescentes na internet.
A operação atua de forma integrada, com foco na identificação de suspeitos, apreensão de equipamentos eletrônicos e coleta de provas digitais, reforçando o enfrentamento a crimes cometidos no ambiente virtual.
📢 Proteção e denúncia
A Polícia Civil reforça a importância da denúncia como ferramenta fundamental no combate a crimes dessa natureza. Informações podem ser repassadas de forma anônima pelos canais oficiais de segurança pública.
Fonte: Guilherme Santos / Ascom-PCBA











