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Início Brasil

Covid-19: “Provavelmente vamos precisar, no futuro, de uma terceira dose”, diz infectologista

Renato Ribeiro Por Renato Ribeiro
20 de julho de 2021
Em Brasil, Combate Covid-19, Coronavírus, Pesquisa, Saúde, Vacinação Covid-19
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Covid-19: “Provavelmente vamos precisar, no futuro, de uma terceira dose”, diz infectologista

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta segunda-feira (19), a AstraZeneca a realizar estudos para avaliar a possibilidade de uma terceira dose da vacina contra a Covid-19. Com isso, já são duas as fabricantes de imunizantes usados no Brasil a obter o sinal verde do órgão. Em junho, a Pfizer foi liberada para investigar os efeitos, segurança e benefício de uma dose de reforço de sua vacina, a Comirnaty.

Ambas as pesquisas estão em estágio inicial. Em resposta à reportagem, a Anvisa esclareceu que “até o momento não há estudos conclusivos sobre necessidade de terceira dose ou dose de reforço para as vacinas contra a Covid-19”. No entanto, o que explicaria a busca dos laboratórios farmacêuticos por respostas em relação à uma terceira dose? O portal Brasil61.com conversou com especialistas para entender a questão.

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Segundo Melissa Medeiros, infectologista e coordenadora do Núcleo de Pesquisas do Hospital São José de Doenças Infecciosas, em Fortaleza (CE), não era possível prever uma terceira dose antes do início da imunização da população. Com o passar do tempo, a chegada de novas variantes e a resposta imunológica de alguns grupos às duas doses, a ciência tem caminhado nesse sentido, explica.

“No início dos protocolos da imunização, não imaginávamos a necessidade de uma terceira dose tão precoce. Não estava no desenho inicial. Provavelmente só duas doses. Como não temos, inclusive, como prever o tempo em que vamos precisar para fazer esses reforços”, diz.

Para a infectologista Ana Helena Germoglio, a dose de reforço contra a Covid-19 segue padrão adotado para impedir outras doenças, ainda que numa periodicidade menor. “A gente já sabe, com base em várias outras vacinas que utilizamos há muitos anos, que muitas vacinas precisam de reforço a cada dez anos, a cada cinco anos ou até anualmente, como é o caso da Influenza. E a mesma coisa, muito provavelmente vai ser em relação às vacinas da Covid-19”, afirma.

Ana Helena esclarece, contudo, que as pessoas que já tomaram as duas doses contra a Covid-19 não devem ficar preocupadas, achando que não estão protegidas adequadamente contra o vírus. “Muito provavelmente no futuro vamos precisar de uma terceira dose da vacina, mas nem por isso a gente deve achar que as vacinas utilizadas hoje em dia não funcionam.”

Segundo a Anvisa, todas as vacinas autorizadas no Brasil mantêm proteção contra doenças graves e morte.

“Principalmente com essas medicações da AstraZeneca e da Pfizer, já temos uma efetividade enorme com a segunda dose de vacina. A gente tem uma proteção muito maior quando faz a segunda dose, embora só a primeira dose das vacinas já dê uma proteção em torno de 84% de infecção. A segunda dose deve ser feita, deve ser reforçada”, indica a doutora Melissa.

Redução de anticorpos

Especialistas explicam que um dos fatores por trás do movimento que estuda uma terceira dose já era esperado: a queda de anticorpos produzidos pelo organismo depois de um certo período após a segunda dose. “A gente sabe que anticorpos vão diminuindo ao longo do tempo”, explica Melissa.

É importante lembrar que vacinas relacionadas a qualquer tipo de doença têm eficácias diferentes em cada grupo da população. Não é diferente com a Covid-19. A infectologista detalha que idosos e pessoas que têm imunossupressão, por exemplo, respondem com menor assertividade à vacina.

“A partir dos 50 anos a gente já começa a ter o que chamamos de imunosenescência. As pessoas mais velhas têm uma produção de anticorpos menor do que as pessoas adultas jovens. Provavelmente essas pessoas são populações mais vulneráveis, além das pessoas que tomam imunobiológico, drogas que baixam a imunidade”, complementa.

Até por isso, é normal que as populações mais vulneráveis sejam as primeiras a receber, caso os estudos clínicos indiquem a necessidade, uma dose adicional de vacina contra a Covid-19, aponta Ana Helena. “Sabemos que os idosos e as pessoas que têm imunossupressão têm uma resposta menor. Logo, também serão grupos mais prováveis de ter necessidade de outras doses da vacina. Mas só saberemos isso com a ciência e o tempo.”

Variantes

O temor com o surgimento de novas variantes do novo coronavírus é que alguma delas “escape” das vacinas produzidas até o momento. Isso também contribui para a elaboração de estudos sobre uma dose adicional dos imunizantes. “As variantes têm realmente um impacto muito importante, principalmente porque a gente já sabe que algumas vacinas não têm uma eficácia tão boa contra algumas variantes”, diz Melissa.

Ana Helena afirma que as vacinas disponíveis atualmente oferecem resposta contra todas as variantes, embora o nível de proteção seja menor a depender da cepa. “Pode acontecer da gente ter alguma variante que não seja responsiva às vacinas disponíveis, mas as vacinas atuais têm uma plataforma muito plástica, que pode muito bem ser adaptada para que se faça uma modificação e ela se torne ativa contra alguma variante que porventura não seja responsiva a essas vacinas”, detalha.

Estudos

No Brasil, a Pfizer vai estudar o reforço da vacina em pessoas que tomaram as duas doses completas do imunizante há pelo menos seis meses. Ao todo, 885 pessoas vão participar dos testes. Todas elas já integraram a fase clínica da vacina da farmacêutica no país no ano passado, antes da liberação do registro pela Anvisa.

O coordenador de estudos da Pfizer no Brasil, Cristiano Zerbini, deu declarações recentes a respeito da proteção do imunizante. Onze dias após a primeira dose, a eficácia é de 92%. Sete dias depois da segunda dose, a proteção varia entre 95% e 100%. Seis meses após a imunização completa, cai para 86% a 90%. Com base nisso, há o questionamento sobre a necessidade ou não de uma terceira dose.

Já a AstraZeneca conduzirá dois estudos para entender a eficácia de doses extras da vacina no país. A farmacêutica desenvolveu uma segunda versão de seu imunizante em uso no Brasil com o objetivo de proteger contra a variante beta do novo coronavírus, identificada primeiro na África do Sul.

A nova versão da vacina (AZD 2816) será aplicada em pessoas que tomaram duas doses da versão atual ou duas doses de uma vacina de mRNA contra a Covid-19. Essa dose de extra será aplicada em pessoas em que não foi identificada produção de anticorpos capazes de atuar contra o novo coronavírus.

Já o estudo liberado pela Anvisa nesta segunda terá a participação de 10 mil pessoas que receberam as duas doses do imunizante. A terceira dose será aplicada entre 11 e 13 meses após a segunda.

Fonte: Brasil 61

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