Recursos do Ministério de Portos e Aeroportos reforçam estudos e modernização da infraestrutura do terminal baiano
O Aeroporto Governador João Durval Carneiro, em Feira de Santana (BA), foi incluído entre os equipamentos que serão beneficiados pela carteira de investimentos em infraestrutura aeroportuária regional anunciada pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) para o Nordeste no ciclo de 2026/2027. O pacote regional soma R$ 424,2 milhões, dentro de um total de quase R$ 1,8 bilhão para o país.
📌 Estudos e projetos para o futuro
Segundo o ministério, parte dos recursos será destinada à elaboração de estudos e projetos básicos voltados à modernização do aeroporto de Feira de Santana. Essa etapa é considerada essencial para garantir o planejamento técnico e a viabilidade das obras que deverão ocorrer em um momento posterior.
O fortalecimento da aviação regional é apontado como objetivo estratégico dessa iniciativa, ampliando a conectividade aérea do interior baiano com outras regiões do país e contribuindo para o desenvolvimento econômico e logístico local.
✈️ Apoio a obras já em curso
A inclusão do aeroporto na carteira federal acontece em um momento em que o equipamento já passa por intervenções importantes. Em 2025, foi iniciada a ampliação da pista de pouso e decolagem no aeroporto, que será estendida de 1.500 para 1.800 metros, com o objetivo de permitir a operação de aeronaves de maior porte, como o Boeing 737-800. A obra, coordenada pelo Governo do Estado da Bahia, tem investimento de cerca de R$ 10,2 milhões e está prevista para ser concluída até o início de 2026.
Essa ampliação é considerada um passo fundamental para a retomada dos voos comerciais ao terminal, que desde 2024 operava apenas aviação geral — ou seja, aeronaves particulares, táxi aéreo e atendimento médico aéreo — após a suspensão de operações regulares.
📍 Importância regional do aeroporto
O Aeroporto Governador João Durval Carneiro desempenha papel chave na malha logística da Bahia, situado a cerca de 12 km do centro da segunda maior cidade do estado. Apesar de historicamente ter operado voos comerciais com voos regulares, a infraestrutura limitada havia restringido essa função nos últimos anos.
Com a modernização, espera-se que Feira de Santana volte a integrar mais intensamente a malha de voos comerciais, reduzindo a necessidade de deslocamento até Salvador para embarques e desembarques — o que pode dinamizar o turismo, facilitar negócios e atrair investimentos para o município e região.
🔧 O que vem por aí
- Estudos e projetos básicos: financiados com recursos federais para orientar futuras obras;
- Ampliação da pista: de 1.500 m para 1.800 m para receber aeronaves maiores;
- Melhorias de infraestrutura: previstas em futuras fases de modernização, com foco em segurança e eficiência;
- Potencial retomada de voos comerciais: com aumento da capacidade operacional e atração de novas rotas.
O anúncio dos investimentos é visto como um reforço à estratégia de desenvolvimento regional, fortalecendo a aviação interiorana e contribuindo para o crescimento sustentável das cidades contempladas.
Fonte: Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), Governo do Estado da Bahia e fontes oficiais de infraestrutura aeroportuária.











